segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Campanha para as portas da capela de Nossa Senhora do Carmo

Hoje estamos muito felizes por ter conseguido com muita oração e fé, a construção da capela em nossa comunidade, capela de Nossa Senhora do Carmo, onde se você rolar mais um pouco abaixo encontrará fotos da mesma, e essas estão sem as portas, então a todos que tem fé na construção de mundo melhor, mundo esse através do seguimento de Jesus, peço que colaborem com a campanha das portas, pois uma casa precisa de portas, portas essas ao se abrirem mostrará toda a beleza de nossa Mãe, Nossa Senhora do Carmo, e seu filho Jesus Cristo e todo ensinamento que aqui se proclama nas sagradas escrituras.
Faça parte dessa obra de fé!

Me dispeço, gradeço-lhe a atenção e disponibilidade para com o serviço ao que vem de Deus e da Virgem Mãe do Carmelo. Que o Bom Deus e a Santa Virgem do Carmelo conserve-o sempre nesta busca de servir a Deus com todo coração e todas as suas forças. O Bom Deus e a nossa Mãe Santíssima do Carmelo, nos faça cada vez mais atentos ao Evangelho de Jesus Cristo e sempre disponíveis ao seu serviço de nossos irmãos.



Banco Itaú
Agência = 1478
C/c - 13.493-3

Desejo de servir

                                    Senhor queria eu servi-lo todos os dias de minha vida, ao menos servi-lo dignamente um só dia. Falho como sou, tenho consciência que tu me serves mais do que eu a ti e me envergonho por isso, pois me criaste quando não existia o nada, me perdoaste quando pequei contra ti, e eu? Nem ao menos te percebo!


   Queridos irmãos em Cristo, quantas e quantas vezes não percebemos a presença de Cristo em nosso meio, como o mundo nos deixa cegos! são tantas coisas que acabamos sim em alguns instantes ou seja a maior parte do nosso tempo envolvidos com que nos afasta de Cristo. Devemos aproveitar ao máximo nossos pequenos momentos de lucidez, para aproveitar a presença daquele que preparou um plano de salvação desde do principio para conosco, desejar ardentemente sua presença no nosso meio, pois só assim teremos a paz, a verdadeira paz, sejamos amorosos e servidores uns aos outros, para que um dia quem sabe, recebamos a graça de servi a Deus ao menos um só dia em toda sua magnitude, e que essa graça se espalhe por todos os lados e que todos enxergue a presença de Deus em nós, pois só ele é digno de toda honra e glória.

domingo, 21 de agosto de 2011

Aprendizado

Hoje venho dizer a todos a importância que tem uma pessoa em nossas vidas e que essas pessoas não se tornem modelos absoluto, pois são falhas, erram, mas são importantes. Sabemos que nosso modelo de inspiração será sempre Jesus Cristo, cordeiro perfeito. E os amigos? São imperfeitos, mas assim autorizados por Deus para cruzarem nossos caminhos. Tive a graça de ter um amigo, um pai, um irmão e tantos outros adjetivos que nem tenho palavras, mas que aprendi muito com ele, um servo de Deus voltado ao serviço a missão, muitas vezes confundia suas atitudes para comigo, pois eram cheias de ensinamentos que me fez levar um certo tempo para compreensão e aos poucos foi se revelando, fez brotar em mim um sentimento que já existia e que o barulho do mundo não me deixava enxergar, acredito que muita gente ainda não escuta o coração, meio pressionado a fazer algo que na realidade não era nem tando desejo meu não fazer, mais sim uma força contraria, que é nos imposta por uma sociedade eloquente que me fazia recuar as vezes, mas mesmo assim com o incentivo das pessoas o fiz, e surgiram frutos e mais frutos, e isso tomou conta de me. E chegou a hora do amigo partir, pensei , o que fazer agora? não terei forças! Parei e conversei com Deus, como fazer? Então tive a resposta, as pessoas que cruzaram teu caminho não te ensinaram nada? E abriu minha mente! Sim foram importantes, me ensinaram a viver em comunidade, a servir, a ter zelo pelo próximo, até quando erravam pude aprender. Saibamos da valor sempre a todos aqueles que nos rodeiam pois é vontade de Deus que ele ali esteja, não é a toa que Deus nos envia pessoas, sempre tem algo maior a ser vivido por ambos, acredito eu, a construção do Reino dos Céus, ter amor, compaixão, ser humilde e partilhar. Meu amigo foi para uma missão maior, mas me deixou preparado para servir e amar o próximo com seus ensinamentos que não vinham somente dele mas sim daquele que fez o céu e a terra. Deus! Que permitiu que ele fosse o porta vós para me. Não podemos deixar passar por nós aqueles que Deus nos envia, sem ao menos tirar deles alguns ensinamento, melhor deixa-los nos ensinar, devemos agarrar as graças que nos é dada, sem deixar passar desapercebidas,  pois quando assim o fazemos não estamos vendo a face de Deus neles, Que não seja entre nós motivo de ser reconhecido por ninguém, pois a nossa gloria é fazer com que todos conheçam a Jesus e vejam  sua face em nós. Sempre temos algo a aprender todos os dias.

ZENIT - Papa convida jovens a amar a Igreja

ZENIT - Papa convida jovens a amar a Igreja

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Reflexão - Mt 19, 16-22

Deus nos ama com amor eterno e, por isso, quer relacionar-se conosco.A partir disso, devemos perceber qual é o verdadeiro sentido da religião.O que caracteriza o verdadeiro cristão não é a mera observância dos mandamentos, mas a busca da perfeição que está no seguimento de Jesus, portanto no relacionamento com ele. Porém, existem valores deste mundo que se tornam obstáculo para este relacionamento, como é o caso dos bens materiais, que impediram o jovem de buscar livremente a vida eterna e a perfeição, através da caridade e do seguimento de Jesus, embora observasse todos os mandamentos.

Quem Somos hoje?

Impressionante como essa pergunta mexe conosco, será realmente que sabemos quem somos de verdade! Podemos até querer nos enganarmos transmitindo o que a sociedade quer ouvir, assim aliviaria nosso ego, era a resposta mais prudente que uma sociedade precisa, ou seja, sou uma pessoa boa, que participo das missas aos domingos, de vez enquanto dou esmolas, as vezes dou bom dia, boa tarde, boa noite a alguém, mas somente isso nos identificaríamos, talvez sim! Seriamos bonzinhos... mas a realidade é que só isso não basta, precisamos fazer mais e vivenciar mas tudo aquilo que nos é ensinado nas escrituras, devemos buscar nossa liberdade plena, pois também as vezes somos más, quando estamos na missa é só de corpo presente, ao menos damos boa noite a quem está ao nosso lado, e quando damos  é aos conhecidos, é mais fácil, somos egoístas e etc... isso ainda nos torna escravos, mas de que? de um sistema!do pecado! imposto a qualquer custo, pelo lado material, enquanto nos deixarmos ser controlado por isso não seremos livres, só seremos livres quando realmente podermos agir por nossa propria vontade, sem se deixar influenciar por tantas coisas que aqui existe, que na realidade só nos afasta de Deus, e que o nosso guia seja a cabeça da Igreja e só. O que seremos amanhã ?

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

COMIPA


CONSELHO MISSIONÁRIO PAROQUIAL - COMIPA 
1. JUSTIFICATIVA
A Missão primordial da Igreja é ser Missionária. Por isso, é necessária a criação 
e a organização, em nossas paróquias, de um Conselho Missionário Paroquial que, com 
discernimento evangélico, a partir do encontro com Jesus Cristo, avivará o espírito 
missionário de nossa ação pastoral, promovendo  “atitudes e iniciativas de autoavaliação e coragem para mudar o que é necessário, visando à conversão pastoral e a renovação das 
paróquias” (DGAE, 46 
1
e DAED, 9 
2
).
A criação do Conselho Missionário Paroquial está fundamentada nas Diretrizes Diocesanas, dentro 
do Programa de Cooperação Missionária, DAED, 1. ( pág.25) .
O cronograma diocesano (pág.26) prevê para 2010 “a conscientização e formação de nossas 
lideranças paroquiais, através do COMIDI e do COMIPA”. 
2. REFERÊNCIA EVANGÉLICA
“Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos... ensinando-as a observar tudo quanto 
vos ordenei” (MT 28, 19-20).
“Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho” (1 Cor 9,16).
3. CONCEITO
É um Conselho Missionário Paroquial que, sob a coordenação do Pároco, tem o compromisso de 
planejar e promover ações que mantenham viva a dimensão missionária da Igreja nas comunidades (matriz 
e capelas).
É um organismo que impulsiona de forma permanente a ação missionária paroquial
3
visando ao 
fortalecimento da fé, comunhão e participação eclesial dos paroquianos.
4. OBJETIVOS
4.1. OBJETIVO GERAL: 
Promover a organização da ação missionária paroquial (matriz e capelas) e a formação de 
discípulos missionários para o trabalho de evangelização comunitária
4.2.  OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Coordenar a ação missionária paroquial, promovendo a integração de todas as pastorais e 
movimentos; 
b) Promover e gerar iniciativas de diálogo e crescimento da consciência missionária nas lideranças e 
pastoralistas;
c) Formar discípulos missionários para o trabalho de evangelização a domicílio;
d) Articular a dimensão missionária como prioridade junto ao Conselho de                   Pastoral, 
Conselho Econômico e Diretorias;  
e) Identificar e estimular estratégias para animação missionária na comunidade paroquial a partir de 
todas as pastorais, movimentos e atividades. 
5. FINALIDADES 
a) Integração dos agentes e unidade na ação missionária;
b) Desenvolvimento de uma consciência missionária no âmbito paroquial;
c) Reaproximação dos católicos afastados da Igreja;
                                                
1
DGAE: Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, doc. CNBB 87 
2
DAED: Diretrizes da Ação Evangelizadora Diocesana
3
PEREIRA, José Carlos. Guia de Gerenciamento e Administração Paroquial. São Paulo: Paulus, 2008, p.69.d) Discernimento evangélico nas ações e promoções paroquiais e comunitárias para que sejam ações 
de promoção de vida e de paz;
e) Fazer com que a dimensão missionária norteie as pastorais, diretorias e movimentos, zelando para 
que suas promoções comunitárias favoreçam sempre a transmissão da fé e dêem testemunho de 
vivência cristã;
f) Colaborar, sempre que solicitado, com outras comunidades paroquiais, especialmente no que tange 
à formação de agentes missionários;
g) Informar sobre o andamento das atividades da Ação Missionária da Diocese.
h) Animar a ação missionária paroquial em todas as comunidades de fé.
6. ATIVIDADES  
a) Fazer o chamamento de voluntários para a preparação e formação de missionários;
b) Promover retiros, encontros com Cristo;
c) Fornecer subsídios para melhor conhecimento da atividade missionária;
d) Acompanhar todas as Pastorais e movimentos, subsidiando-os para manterem presente, em suas 
atividades e promoções, a dimensão missionária da Igreja.
e) Manter reunião mensal dos missionários, partilhando as ações evangelizadoras e dirimindo dúvidas 
que surgirem;
f) Mapear cada comunidade, identificando todos os setores por números e as ruas por nome e por nº 
de moradias;
g) Avaliar a ação missionária e sua repercussão no crescimento da fé e na participação comunitária 
dos paroquianos;
h) Elaborar cronograma de ação missionária em sintonia com o COMIDI;
i) Elaborar material de formação missionária paroquial e de sua divulgação;
j) Representar o COMIPA no COMIDI e nas Áreas Pastorais da Diocese;
k) Manter reuniões mensais de partilha de vivência missionária e atualização.
7. METODOLOGIA – ver, julgar e agir / avaliar 
O método VER, JULGAR E AGIR, adotado pela V Conferência de Aparecida, não é mera técnica de 
trabalho, mas vem carregado de conteúdo, orientado ao comunitário, método apropriado à comunidade 
eclesial no seu ser, no seu pensar e no seu agir conjunto.
a) VER: apresentação da realidade como marco referencial (Texto Base da CF 09, n. 6)
Implica em ver o grau de missionariedade nas ações e promoções paroquiais, mantendo-se a 
prioridade evangélica em relação aos pobres e excluídos e as prioridades diocesanas na formação 
e acolhimento das famílias e jovens. 
b) JULGAR: discernir com os olhos em Jesus o nosso agir pessoal, pastoral e comunitário. 
c) AGIR: tomar atitudes de auto-avaliação e coragem para mudar o que é necessário, favorecendo, sempre, 
a ação evangelizadora. 
d) AVALIAR: criar instrumentos de avaliação qualitativa e quantitativa da ação missionária desenvolvida, 
desde a seleção e formação de missionários; a inserção e participação comunitária dos 
paroquianos e até o atendimento prestado pela visitação domiciliar. 
8. COMPOSIÇÃO 
a) Coordenação da Ação Missionária Paroquial – Pároco
b) Coordenador do Conselho Missionário – Vigário / Diácono / Pastoralista
c) Secretário (a) – Pastoralista
d) Representante religioso (a)
e) Representante de cada Pastoral e movimento (adultos e jovens)
f) Representante de cada Comunidade de fé (Matriz e Capelas)
9. RECURSOS
9.1. RECURSOS HUMANOS: Pároco, Vigários, Diáconos, lideranças, pastoralistas. Integrantes de todos 
os movimentos, fraternidades e membros da comunidade.                     9.2. RECURSOS MATERIAIS: Bíblia, documentos da Igreja (Documento de Aparecida, Diretrizes 
Nacionais de Evangelização, Diretrizes Diocesanas), Manual de visitação, “folders”, mapas, vídeos, “data 
show”, textos de divulgação.
                                                   
10. CRONOGRAMA
O cronograma será estabelecido conforme orientações do COMIDI e atualizado segundo 
necessidade da ação evangelizadora: 
a) Motivação e mobilização dos pastoralistas.
b) Publicidade do projeto evangelizador.
c) Elaboração de material.
d) Curso de formação missionária.
e) Abertura oficial da atividade missionária 
f) Avaliação e replanejamento de atividade missionária. 
OBSERVAÇÃO: Todos os missionários/pastoralistas que já desenvolvem atividade missionária de 
visitação domiciliar, desde que designados pelos Párocos, devem continuar sua ação missionária. Deverão, 
todavia, atualizarem-se no trabalho missionário pela formação a ser oferecida, aperfeiçoando suas 
condições de discípulo missionário e incrementando as  visitas com a bênção das casas e reuniões com 
grupo de famílias para momentos de oração e encontros (Natalinos e Quaresmais).  
C O M I D I