O que nós queremos fazer a partir do
momento em que fazemos uma experiência mais profunda do amor de Deus em
nossas vidas? Em muitos casos, o que acontece é que a pessoa adota uma
postura intimista e individualista de vivência religiosa. O Evangelho de
hoje nos mostra essa tendência, mas nos mostra também a vontade de
Deus. Jesus não permitiu que o homem que tinha sido endemoninhado
ficasse com ele, mas o enviou para ser evangelizador através do
testemunho da misericórdia de Deus, mostrando-nos, assim, que a
verdadeira resposta ao amor de Deus é o compromisso evangelizador.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Reflexão - Mc 4, 35-41
Existem muitas coisas na nossa existência que nos deixam com medo, desde coisas simples, como o medo de insetos inofensivos, até coisas verdadeiramente terríveis, que podem em questão de segundos aniquilar a nossa vida, como é o caso de terremotos ou guerras nucleares. Além disso, temos os nossos fantasmas que criamos e que nos metem medo, como por exemplo o medo de escuro ou de almas do outro mundo. Mas existem pessoas que possuem também um medo muito grande do próprio Deus, e isso acontece porque não foram capazes de descobri-lo como amor e de buscarem um relacionamento amoroso com ele, fazendo do próprio Deus um fantasma a mais nas suas próprias vidas.
Reflexão - Mc 4, 26-34
Muitas vezes tentamos explicar a realidade do Reino de Deus de uma forma muito complicada, repleta de elaborações doutrinais e de palavras com significados bem específicos que exigem dicionários e conhecimentos específicos em várias ciências para a sua compreensão. Jesus não age assim. Ele procura revelar as verdades do Reino de forma muito simples, compreensível para todas as pessoas, para que os simples e humildes possam acolher a proposta divina e dar a sua adesão a esta proposta sem desanimar diante de dificuldades teóricas e científicas.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Reflexão - Mc 3, 20-21
A família humana pode fazer com que toda
prática de uma pessoa seja vista apenas com olhos humanos, e o resultado
disso é a interpretação incorreta dos fatos que devem ser analisados à
luz da fé. Os parentes de Jesus não foram capazes de ver o dedo de Deus
agindo, e, por isso, achavam que Jesus estava fora de si. Mas o povo foi
capaz de ver o que realmente estava acontecendo, pois os corações de
todos estavam abertos ao momento presente e à ação do próprio Deus,
procurando ver a vida e os ensinamentos de Jesus à luz da fé. Por isso, o
povo se reunia em número cada vez maior em torno de Jesus, de modo que
ele e seus discípulos nem sequer podiam
comer.
Reflexão - Mc 3, 13-19
A escolha dos doze apóstolos nos mostra a
intenção que Jesus tem de formar o novo povo de Deus que irá substituir o
povo da Antiga Aliança. De fato, a escolha dos doze não foi obra do
ocaso, mas manifesta uma intenção. Assim como no Antigo Testamento, Deus
forma o povo de Israel a partir das doze tribos dos descendentes de
Abraão, a Igreja é o novo povo de Deus, o povo da Nova Aliança, formado a
partir dos doze apóstolos de Jesus, que ele escolheu e enviou com poder
para pregar e com autoridade para expulsar todo tipo de mal. Desse
modo, entendemos que a Igreja é o novo povo de Deus, o povo da Nova
Aliança.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Reflexão - Mc 3, 7-12
O evangelho de hoje é uma continuação dos
evangelhos anteriores e nos mostra que, se por um lado, as autoridades
religiosas da época de Jesus não concordavam com o seu modo de agir e
com os seus ensinamentos, por outro lado, a multidão cada vez mais
aderia aos seus ensinamentos e procurava em Jesus a solução para os seus
problemas, naturais ou espirituais. A visão institucionalizada da fé é
importante porque nos ajuda a viver comunitariamente o nosso
relacionamento com Deus, mas pode ser perigosa enquanto pode submeter o
próprio Deus aos critérios da razão humana ou legitimar, em nome de
Deus, relacionamentos e costumes meramente humanos que podem até ser
opressores e excludentes.
Reflexão - Mc 3, 1-6
A vivência legalista e proibitiva da
religião é uma das maiores manifestações da dureza de coração que pode
acontecer na vida das pessoas. Quando isso acontece, as pessoas não são
capazes de descobrir os valores que devem marcar o nosso relacionamento
entre nós mesmos e entre nós e o próprio Deus, e a religião acaba por se
tornar um mero cumprimento de obrigações e de ritos, numa verdadeira
bruxaria. Esta forma de religião acaba por ter como um dos seus
principais fundamentos a relação de poder, o autoritarismo e a
estratificação social a partir da fé das pessoas. É por isso que as
autoridades do tempo de Jesus procuram descobrir a maneira como haveriam
de matá-lo.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Reflexão - Mc 2, 1-12
As pessoas do tempo de Jesus têm muita
dificuldade para acreditar que ele tenha poder de perdoar pecados. Isso
acontece porque perdoar pecados é algo que compete unicamente a Deus, e
as pessoas da época de Jesus, principalmente as autoridades religiosas,
não o reconheceram como o Filho de Deus. Hoje em dia, porém, vemos
acontecer o contrário. Parece que o perdão dos pecados é algo tão comum que a maioria das pessoas não valoriza mais isso como algo
excepcional que Deus realiza em nossas vidas, vulgarizando a graça
sacramental e não dando o devido valor ao Sacramento da Reconciliação.
Reflexão - Mc 2, 13-17
Ser coletor de impostos na época de Jesus
era ser um pecador profissional. Por isso, a escolha de Levi, ou Mateus,
para ser discípulo de Jesus e ir comer na casa dele com os outros
cobradores de impostos e pecadores, significava que Jesus comungava com
eles, o que era muito grave. No entanto, esse fato nos mostra que Jesus
veio para nos mostrar o amor misericordioso de Deus, que havia dito pelo
profeta que não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva e
que Deus quer que todas as pessoas participem do banquete do Reino
definitivo.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Liturgia Hoje em Dia: A importância da posição de joelhos
Liturgia Hoje em Dia: A importância da posição de joelhos: A Eucaristia: o dom recebido É de fundamental relevância o momento da recepção do sacramento eucarístico. Este exige do fiel comungante u...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
A Luz
Bento XVI: ''A Igreja não é a luz, mas recebe a luz de Cristo, acolhe-a
para ser por ela iluminada e para difundi-la em todo o seu esplendor''
O que esperar do outro
Se eu me magôo e passo a odiar quem foi insensível
comigo, esse problema é MEU, não do outro. O outro apenas não
correspondeu às minhas expectativas, não deu o colo que eu achava que
merecia, não foi o amigo que eu queria que tivesse sido. Ele foi ELE. EU
é que queria que ele tivesse agido diferente. Então EU sou o
responsável pelo que sinto.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
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