Escrito por TFP Student Action
Qua, 25 de Maio de 2011 12:47
1. O “casamento” homossexual não é casamento
Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança
entre um homem e uma mulher, ordenada por sua natureza à procriação e educação dos
filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.
Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles
propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças
biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua
complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do
casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.
Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.
2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural
Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação
enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.
O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve
ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau.
Assim, ele pode conhecer o objetivo ou finalidade de cada um de seus atos e como é
moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.
Qualquer situação que institucionalize a defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei
natural e a norma objetiva da moralidade.
1 / 710 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido
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Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da
mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os
lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita
no coração de todo homem (Rom 2,14-15).
3. O “casamento” homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe
O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta
regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou
criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adotivos.
A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais”
homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai
natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de
sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.
O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.
4. O “casamento” homossexual valida e promove o estilo de vida homossexual
Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas
uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e
transgêneros.
As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas
desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões
de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas
também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de
comportamento.
O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos
valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade
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pública.
5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil
Os ativistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos
civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.
Isso é falso.
Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são realidades essencialmente diferentes. Um
homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um
pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma
dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são
ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.
O “casamento” homossexual se opõe à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo,
independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de
se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.
Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas
com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o
casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do
mesmo sexo.
6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente
estéril
O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim
tem de fazer violência à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a
contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.
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Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem
ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar mater
nidade de substituição
[“mães de aluguel”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.
Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os
benefícios do casamento verdadeiro.
7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o
casamento
Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento
é que, por sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de
uma atmosfera estável, afetuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do
mútuo afeto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um
evidente interesse do Estado.
O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal,
objetivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por
natureza. Não tem direito, portanto, à proteção que o Estado concede ao casamento
verdadeiro.
8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade
Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado se torna o seu promotor oficial e ativo. O
Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimônia civil, ordena as escolas
públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste
sua desaprovação.
Na esfera privada, pais contrariados vão ver seus filhos expostos mais do que nunca a esta
nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a
fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar
em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.
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Em todas as situações em que o casamento afete a sociedade, o Estado vai esperar que os
cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, coonestando, por
silêncio ou ação, um ataque à ordem natural e à moral cristã.
9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual
Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações
sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução
sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento”
homossexual.
Se o “casamento” homossexual for universalmente aceito como a etapa presente da “liberdade”
sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto,
pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os
elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.
A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada
vez mais claro que o ativista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”:
“O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem
mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a
visão das pessoas sobre a homossexualidade.”
10. O “casamento” homossexual ofende a Deus
Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por
Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exatamente
isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.
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O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no
paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Gênesis: “Deus
criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os
abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).
O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez
homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).
O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da
homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre
e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como
todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).
Uma posição de princípios, não pessoal
Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar
ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos
intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso
único objetivo é defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da
civilização cristã.
Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam
contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que
caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua
graça.
Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas
e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e
tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à
moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.
Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou
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de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual.
Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.
Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa
liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de
expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé
católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da
homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com
argumentos baseados na reta razão, na lei natural e na Divina Revelação.
Em uma declaração polêmica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa
parecer excessiva ou irônica. Essa não é a nossa intenção.
Fonte:
Original inglês: 10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed. Dis
ponível em:
http://www.tfpstudentaction.org/politically-incorrect/homosexuality/10-reasons-why-homosexual
-marriage-is-harmful-and-must-be-opposed.htm
Um texto repleto de fundamentos.
ResponderExcluirFundamentos verdadeiramente corretos.
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